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Destaca-se por alcançar uma alta taxa de acordos de pacificação, que à partida dir-se-iam impossíveis entre progenitores inimigos, em processo de divórcio, que usam os fillhos como armas de arremesso, sem piedade e ignorando as graves consequências para as crianças, fenómeno designado por alienação parental. 

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O Tribunal São João Novo, no Porto, condenou hoje uma mulher a oito anos e três meses de prisão por ter atirado o filho de seis anos ao rio Douro, em 2009, do que resultou a morte da criança.

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A alienação parental, não sendo expressamente regulada no ordenamento jurídico português, é uma realidade que já praticamente nenhum agente judiciário pode ignorar. É essa realidade que se evidencia aos olhos de todos, gerando um sentimento crescente de impotência, que imporá uma alteração legislativa no nosso ordenamento jurídico.

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Há cada vez mais crianças impedidas de ver um dos seus pais pelo outro progenitor. Nos tribunais, sucedem-se as lutas, as denúncias de rapto, as súplicas por um simples telefonema. Em dezembro, o desespero é ainda maior

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Pai esteve impedido de visitar a filha durante quase oito anos. A demora do tribunal custa dinheiro ao sistema.

O Tribunal Central Administrativo Norte (TCAN) confirmou a condenação do Estado português ao pagamento de uma indemnização de 15 mil euros a um pai, pela demora dos tribunais a decidir um processo de incumprimento do regime de visitas à filha. 

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Divórcio Litigioso... Advogados impreparados ... Perversões do sistema judicial ... Impunidade das mães ... Sofrimento das crianças... Mediação familiar musculada precisa-se ... Formação parental.

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A história de Paulo Quintela de Matos, o pai do Afonso, é igual a tantas outras: um casamento que não correu bem, um divórcio litigioso e um poder paternal que limita o número de dias que o pai pode ver o filho.

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